terça-feira, 2 de setembro de 2008

Ficção

O impacto da revelação, veio de subito, como se a incosciência já estivesse guardando aquele momento e a consciência estivesse se enganando propositalmente. Ela sempre fora uma menina independente dos sentimentos, seu único desejo era crescer intelectualmente para o próprio desfruto, nunca procurou em ninguém a razão de continuar com uma rotina. Sem perceber ela ficou parada na frente do espelho, sem ao menos piscar, apenas mergulhando nas suas próprias indagações.
Não era a primeira vez que isso acontecera, toda vez que se interessava por alguém arranjava alternativas para um novo mistério. É disso que ela gosta, do que não é entregado por mãos tão fáceis, do que é absorvido pela beleza do desconhecido. As pessoas enxergavam nela, a mesma coisa: um grande mistério a ser quebrado. Não daqueles que precisam de um motivo, mas daqueles que são o motivo.
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(continua)

2 comentários:

Mulher-Hulk disse...

gostei mto e creio q já li... eu to c uma impressão enorme q já tinha lido... seria auto-biográfico esse personagem Adih? rs

é um ser pensante q sabe mto bem o q quer, talvez mais o q não quer... adorei a idéia de q é necessário ser um motivo e não, "ter" um motivo.

Karen Aguitoni disse...

Nossa que lindo...
estou esperando ansiosa a continuação..
Bejos