sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Le Petite Jerusalem




Amor

novamente esse vai ser meu assunto aqui neste sincero blog.
Não sabemos defini-lo, apenas descreve-lo e senti-lo.
Às vezes resistimos no ínicio, mas teríamos vida sem nossos desejos?
Hoje assisti um filme chamado Le Petit Jerusalem
onde mostrava algumas formas de amor
o primeiro e assunto central do filme, é a religião, misticismo
e crença. O poder que ela tem de bloquear uma paixão,
se duas pessoas que se apaixonaram fossem de religiões diferentes,
renova e acaba.
O segundo tipo de amor é o próprio, onde nos orgulhamos de nossa
inteligência e nem sempre, das atitudes.
Tentamos seguir as leis para podermos nos situar no bem
mas o que seria esse bem?
Digo que são os desejos sendo realizados.
Mas às vezes esse amor-próprio pode ser excessivo
e acabamos esquecendo de quem amamos, por vaidade
e assim, erramos e depois pedimos perdão.
Perdoar é um outro tipo de amor, saber compreender o motivo do erro
é o principal e ainda se submeter à mudanças
diante desse erro, esse tipo de perdão não tem preço
mas ele é gerado por uma coisa que conhecemos muito bem: o amor, o puro
aquele que encontramos na nossa alma
com a nossa alma gêmea, e assim, aprendemos a perdoar.
O último tipo de amor que mostra nesse filme, é a liberdade
a liberdade de expressão, liberdade diante da religião e da vida
mostra o momento em que uma garota que estuda filosofia
consegue realizar seu desejo, depois de um coração partido pela religião
que consegue, no fim do filme, sua liberdade,
aquela que realmente almejara durante sua trajetória.
Isso sim que é amor, só que pela vida.
Temos que saber seguir mesmo se não sabemos o que uma simples palavra como Amor
realmente significa.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Petrobrás

O fogo é criado pelas próprias árvores,
na situação natural do habitat
essa de ter estações e quedas de folhas
e ai, encontraram mais gás natural lá na amazônia...
que bom que o mundo está se renovando
se curando naturalmente, apesar da bestice humana
mas poxa, mais uma vez... com certeza, uma outra empresa
tipo a Petrobras (ou ela mesmo) vai lá
e vai se privatizar da propriedade
e vai dizer que vai começar a comercializar para
o avanço do país, mas isso é uma farsa!
"Nossa amazônia", ela já está sendo sutilmente
apropriada pelos EUA,
uma país que é governado por um "Senhor da Guerra" autêntico
mas agente ainda vai acordar
e vamos ver a riqueza que essa país tem.
A riqueza que produzimos para os outros e o pouco que agente
usufrui da nossa "própria" terra.
Agente ainda vai passar a perna nos EUA,
pois somos maior, mais fortes e mais ricos que eles,
afinal...
acho que não deveria existir o nacionalismo
isso torna o mundo uma disputa, com dividas históricas sobrevivendo do passado
Estamos no passado, passamos por uma ditadura disfarça
que não dá um engate pro jovem lutar pelos seu direitos
e assim, nos acomodamos, e assim... o nacionalismo continua existindo
e destruindo a terra, a nossa terra.

Jornal Nacional

Hoje falou sobre esse caso "recente e famoso", ou seja, o convencional. Mas este não é, assim como o caso do menino do Rio, aquele arrastado pelo carro... enfim, esse também dá um soco na mente. Mas enfim, o caso é que uma menina, de 15 anos ficou por 1 mês em 1 cela com + 20 homens. Essa é a "sensação do momento". E vendo mais sobre isso, descobri que foi uma DELEGADA que fez isso com ela!
Será que as mulheres são tão perversas assim?
Como uma mulher pode fazer isso com outra mulher, sua semelhante?
Talvez seja uma delegada lésbica...
só sei que no Brasil as coisas são assim,
uma BAGUNÇA.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

"Nada como um dia atrás do outro"

"Nada como um dia atrás do outro"
não sei quem disse essa frase, só sei que estou aprendendo a vivê-los novamente
de uma outra forma
não lembrar o passado com mágoa, mas sim dos momentos privilegiados que já tive
lembrar das calmaria do dia passado em uma manhã agitada
e saber controlar esse próximo dia.
É isso que essa frase significa.
Não devemos nos prender ao nosso passado
e nem cobrar o nosso futuro
devemos apenas, saber controlar nosso presente.
Nossa vida e nossos ataques de ânsia
causados pelos dias passados
ou não
nunca se sabe...
só sabemos, agora, que devemos aprender a controlar
e é isso que estou fazendo
controlando e começando uma revolução através de minhas palavras.

domingo, 25 de novembro de 2007

(outro domingo)


(foto da foto, por mim mesma)


Outro domingo especial, acordei feliz... com meu amor ao meu lado e toda faladeira, contente. Desci e minha família já estava encaminhando o churrasco, comemos, conversamos, até chegamos a falar sobre "minçangas - a arte de acalmar". Eu fazia quando criança e pior ainda: montava uma barraquinha com uma caixa virada para bai
xo e ficava oferencendo minha mercadoria. Minha tia também faz e agora minha "sobrinha" também. Chegamos até a combinar de fazer algum dia.
Mas enfim, meu amor me disse de uma vontade dele: de ir nadar. E como também sou afixionada por ela, resolvi que iria, de qualquer jeito nadar. Minha mãe não queria deixar, pois sai do hospital à uns 4 dias. Mas eu quero aproveitar e sou persistente. No final das contas resolvemos ir no "pátio" de minha cidade: As Cataratas do Iguaçu.
Pegamos o ônibus até lá, chegamos e pegamos a cortesia do pai de uma amiga que mora lá (e ela também). Subimos no ônibus. Vimos as primeiras vistas, preciosas, quem conhece sabe a energia daquele lugar. Fiz uma coisa que na verdade, era a vontade do meu amor: dei um berro para me sentir
"dona" do lugar, depois ele fez isso também...
Continuamos andando e em busca de um banheiro, para carregar a garrafa de água e a imaginação. Depois, tudo era como se a força da natureza estivesse conosco e começamos a ter belas visões, para fotos e para ficarem marcadas na memória por um BOM tempo.
Chegamos na passarela, o momento no qual da vontade de parar a cada "ventinho de água" (estava uns 35º). Eu e meu amor paramos, e de repente um arco-íris surgiu, no começo não percebemos, mas logo flagramos que o começo e o final dele se encontravam no mesmo lugar: em nós. Foi um presente de Deus, tenho certeza que não é viagem. Nos sen
timos privilegiados por receber um presente tão nobre: ser o final e o começo de um arco-íris, por um momento o ouro que guardamos dentro de nós foi explicitamente claro, para todos.
Continuamos admirando a paisagem que carregava a energia de um templo, o templo onde todos se encon
tram, cada um do seu jeito e eu me encontrei com a minha alma gêmea. Foi ótimo, nosso primeiro casamento.
Ainda fomos ver a garganta do diabo e então me surgiu esse poema:

Água


A água vai suavemente
escorrendo pela pedra musgada
de repente
se entra em choque com
uma enorme queda.
Ela cai, mas não se desmancha
nem se machuca na pedra
pelo contrário,
cai como uma neve,
se vista lentamente
e com sua força
molda pedras fortes
e com sua força
se dissolve no ar.


Meu domingo foi esse, mágico. Com visões que ficaram marcadas na minha mente por muito tempo, na minha e na do meu amor...



sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Muros



Às vezes nos deparamos com histórias inesperadas, histórias que nos surpreendem tanto que a não conseguimos sentir a intensidade desses fatos. Algumas pessoas estão vivas, mas não vivem. Acabam desistindo dela por algum motivo que os deixa de frente com um problema que mexe com a vida e não conseguem reagir da forma mais imediata e correta possível e assim, ficam como espectros no mundo dos vivos, como neutros. Vivendo, mas não existindo. São tantos os problemas e obstáculos que temos que enfrentar na vida, sem ao menos saber porquê. Tantos acasos que parecem atrasar nossa vida... Esses obstáculos no vem como um muro em meio ao caminho que estamos trilhando, não sabemos se iremos conseguir passar por todos eles, mas continuamos a seguir... Alguns, desistem. Desistem de viver por não entenderem que nem todos os acasos da vida são bons, desistem sem descobrir que são esses muros que nos fortalecem e nos levam para um próximo nível de compreensão da vida. Eles são difíceis de serem ultrapassados, muitas vezes alguns deles iram te acompanhar como uma cicatriz pro resto da vida, fortalecendo sua jornada e não ofuscando sua visão. São difíceis de serem ultrapassados, mas não impossíveis. Tudo que chega na nossa vida, tem um motivo. Não temos a capacidade de entender esse motivo no momento, mas no fundo sabemos que isso irá passar e que em uma época mais madura, iremos compreender. Por isso, se você tem um muro te impedindo de seguir seu caminho... não se esqueça que você terá muitos outros e que o "desistir" comprava nada mais, nada menos que você fracassou nas lições que foram te encaminhadas. E se você desistir, você não vai pra frente e mesmo se você optar por esse lado mais fácil de lutar contra os desafios, você para. Para em um e não conhece os outros, não evolui e continuará com o mesmo pensamento ultrapassado de quem nunca soube aproveitar uma chance de subir mais na vida. Meu muro está sendo escalado aos poucos, o processo é sempre lento... mas nunca estável, por isso, não desista dos seus ideais, muito menos da sua vida, pois ela é o bem mais precioso que você já ganhou. Não espere outras recompensas, pois estar aqui... já é um sinal de que você tem uma chance de dar o seu melhor por você.

domingo, 18 de novembro de 2007

Domingo

Depois de um casamento longo, daqueles de igreja, sabe?
Voltei para casa.
Mas não porque quis, mas a faltas de escolhas me fizeram perder a festa.
Tudo bem... mas senão fosse aquele remorso e aquela sensação de que sou uma pessoa que no fundo, não luta por mim mesma.
Que tem pressa pra ver a vida.
Mas enfim, ontem... quando estava saindo da festa me ocorreu um fato incomum
não tanto para que vejo uma vez por mês
mas elas sempre me surpreendem, as estrelas-cadentes.

Acho que sou um pouco estrela-cadente.
Por fora, uma pessoa que pega fogo
se infurece e quer justiça na hora, mesmo que ela não seja daquelas juridicas e blablabla
mas daquelas humanistas.
E por dentro, um cubo de gelo.
Fria e cega comigo mesmo, querendo acreditar que o tempo vai me ajudar
querendo aceitar que as coisas vão se acertar
Mas elas vão, hoje eu sei que elas vão.

Depois desse fato, voltei para casa (ainda passando mal)
e depois adormeci,
O dia ficou chuvoso quando acordei, um alivio pra terra e pra alma
e já tinha churrasco com coraçãozinho de frango
e picanha com pão francês
hum, uma delícia!
Logo depois, fui à casa de uma amiga que não via a cerca de 1 mês
muito querida, é sempre bom rever os amigos.
Quando estava voltando de lá, a chuva já tinha parado.

O sol veio somente para se despedir, às 7 horas do horário de verão.
Ele chegou de mancinho, mas logo tomou seu lugar no céu
em meio à nuvens acizentadas, sua luz iluminava o fim do dia.


E agora, no fim da noite, vi um show de fogos...
lembrei do meu amor que chega amanhã também
Um dia de calma, era isso que eu precisava
um dia no qual não disperdicei.

sábado, 17 de novembro de 2007

Não se engane, nem se conforme.

Penso que posso, mas no fundo não posso
é culpa dessa realidade que nos prende
mas em outro fundo, eu posso.
Todos podemos.

Eles nos entopem e enganam com
propagandas mais escraxadas e pobres
pobres de criatividade por não saberem
nem
esconder essa verdade.

Tenho uma pressa de ver minha vida
mas ao mesmo tempo me dá uma vontade
de descançar, esfriar a cabeça
e me encontrar em algum lugar.

Já encontrei minha cara metade
só falta o lugar,
pois tenho certeza
que não sou daqui.

Mas no fundo, nós sabemos que podemos
ir de encontro com esse descanço tão esperado
pois sabemos o que não queremos e por isso esquemos do que queremos.

Afirme sua essência em toda sua vida, começando pelo cotidiano!



Trilha sonora:

Azul da Cor do Mar

Tim Maia

Composição: Tim Maia

Ah!
Se o mundo inteiro
Me pudesse ouvir
Tenho muito prá contar
Dizer que aprendi...

E na vida a gente
Tem que entender
Que um nasce prá sofrer
Enquanto o outro rir..

Ah, quem sofre tem que sempre procurar
pelo menos viajar
razão para viver.

Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar...

Acordei com uma vontade de dizer ao mundo que ele não precisa se preocupar, que a vida depende da vida, é, isso mesmo. Dependemos dos acontecimentos que ela nos dispõe.
Não precisamos esquecer das escol
has, sabe... são elas que nos direcionam para um certo caminho, seja ele difícil ou não. A escolha é sua. Mas às vezes, estamos sujeitos a mudanças de rumos não por nossa escolha, mas por acasos da vida.
Nesse momento temos que parar para não nos perdemos.É ai que sofremos, perdemos, sentimos falta e escolhemos mais uma vez: desistir ou não? eis a questão.
Enfim, a vida depende da vida, é depois desses ac
asos que veremos que se conseguimos realmente nos encontrar, também vemos por um outro lado: o das lições que essas situações nos trazem. Essas sim são importantes! E é com elas que vamos conseguindos nos reerguer, nos apoiar na solidariedade e na compreensão das pessoas que amamos e necessitamos.

(AdnaRahmaier)

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Um pouco de romantismo no ar



Não sei porque, mas tenho a impressão de que
o amor é no fundo, a busca de todos

sabe aquele encontro?
então, esse mesmo!

Agora entendo o que isso significa...
Com você, me sinto em paz
o melhor lugar sempre vai ser do seu lado
seja qual for
e tenho certeza que serão tantos...

Sonho em viajar, aproveitar a vida com meu amor
me divertir e te divertir
quero o que todo mundo quer: surpresas.
Ou mesmo a rotina de um amor...
pra gente é como uma surpresa a cada dia
um turbilhão de sentimentos.
Que faz com que a chama da vida se desperte, sabe?

Quem sabe você já sentiu isso...
se sentiu e deixou escapar, não deixe
não esqueça de quando for tentar e sentir que é a vez
não desista, nem mesmo no primeiro olhar.





segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Humildade

Quando vou viajar costumo ser uma das últimas pessoas a embarcar no ônibus, quando cheguei tinha um garotinho sentado na minha poltrona, do lado, sua mãe. Disse que era meu lugar e de cara o garoto não foi com a MINHA cara (pegar a poltrona dele, não dá, né?) enfim... me sentei e a mãe já começou a puxar conversa comigo. Ela me perguntou quando eu comprei a passagem e respondi que foi na sexta-feira (era domingo) e eu perguntei se quando ela foi comprar a passagem a minha já estava comprada, ela confirmou.
Ela me fez perguntas sobre minha vida... esses assuntos que costumam se seguir: o que faz da vida, onde mora,o motivo da viagem e etc.
Fomos conversando... e no meio do conversa ela chegou em um ponto que eu preso muito: a humildade que temos que carregar conosco para conseguirmos chegar aonde queremos. Isso é essenc
ial para cada ser humano, somos seres socias (não parece já que compramos a nossa própria produção, mas tudo bem). E também acertou nas nossas afinidades quando disse que devemos falar com todos, independente de quem seja de igual para igual. Saber falar com todas as pessoas, através da humildade.

Depois dessas perguntas ela começou a falar de sua vida... ela tem 24 anos e engravidou com 16 anos e se casou com a mesma idade, que por causa disso tinha parado de estudar no 1° ano do Primeiro Grau. Disse isso porque eu contei à ela que estava fazendo uma faculdade e a minha idade, 18 anos. Ela ficou feliz por saber que os jovens estão estudando e fazendo alguma coisa por seu país, mas notei que seu olhar era um olhar diferente dos outros... talvez arrependimento. Então lhe disse: ah, cada um segue seu rumo.
Num outro ponto da conversa ela me contou que ia para Curitiba todo final de semana visitar seu marido que estava preso e então entendi um pouco daquele olhar. Disse que era difícil, pois seu filho, o Júnior de 5 anos, era sua benção. Dizia que tudo era benção, até a água que os ônibus colocam lá no fundo do corredor. O menino começou a
falar que foi visitar seu pai na prisão (e alto), a mãe dele ficou envergonhada e tocou em outro ponto da humildade quando falou: " sabe, tem gente que tem preconceito com a cadeia" (e esse lado da realidade).
O garoto disse que queria ter um irmãozinho, perguntei: e se fosse uma irmãzinha? ele disse: ah não, irmãzinha eu não quero, eu quero um irmãozinho pra ele me ajudar a bater. hahaha, já brincamos que ele já tava querendo juntar uma gangue, uma quadrilha. E quando a mãe começou a contar da vida dela mesmo, percebi que era boa... disse que tinha carro e que tinha passado o reveillon em Florianópolis (coincidentemente com a praia que eu passei), que bebeu bastante, mas que fez mau. E disse que essa viagem ela fez com os parentes do marido dela. Fora a espera angustiante do seu amado, da responsabilidade de ter que criar uma criança tão cedo a vida dela era boa e ela também.
Durante a noturna viagem, não consegui dormi, fiquei observando o seu estrelado que nos seguia.Eles conseguiram rapidinho. Estava com um pouco de fr
io e toda encolhida na poltrona e no meio da viagem, a mãe do Júnior me cubriu com o cobertor deles... não falamos mais nada, mas esse gesto me fez compreender o verdadeiro sentido da palavra humildade, depois de toda essa história...
Cochilei um pouco e acordei quando o amanhecer estava começando, voltei a minha atividade favorita em viagens: retornei às estrelas. O céu estava clareando aos poucos, primeiro uma camada de azul meio claro meio escuro... depois começaram a aparecer nuvens que pareciam rastros de outras nuvens, aquelas das chuvas que cansam e deixam esses rastros brancos no céu, depois aquele azul foi se transformando em um amarelo e de
pois em laranja e em seguida uma visão linda: aquelas rastros acizentados com o contraste do céu rosa. Lindo. Pensei em ter tirado uma foto, mas enfim... deixei para lá.
Logo... percebi que estavamos chegando em minha cidade natal, Foz do Iguaçu, avisei a mãe do Júnior que seu ponto estava chegando perto e ela logo levantou e se agilizou para partir.
Cheguei em casa e percebi que essa viagem foi algo a mais e foi.

(mãe do Júnior)


obs:. a Trilha Sonora foi essa aqui: http://www.youtube.com/watch?v=BUGEPsUotD0
(vale a pena)