Estava eu, entre o céu e o chão, sob a água, flutuando.
Comecei a observar o teto do ginásio e notei que além do teto nos afastar do céu, havia também uma rede, daquelas fininhas.
Continuei a observar o que estava sobre mim e descobri uma pena.
Ela estava naquela rede presa pelas suas "cerdas".
E o vento insistia em tira-lá de lá, mas não funcionava e então
meus pensamentos foram longe e descobri que também sou como essa pena.
Só que estou livre como ela poderia estar, indo à lugares inimagináveis sem mesmo saber porquê.
Mas indo... e continuando, sou uma pena presa por minha vida e é nela que estou viajando e é nela que continuo lutando, assim como aquela pena na rede.
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